A recente eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, após uma derrota para a Noruega, trouxe à tona uma polêmica que não passou despercebida. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não hesitou em criticar a atitude dos jogadores que, ao invés de retornarem ao Brasil em um voo fretado, decidiram se dispersar após a partida, deixando apenas um atleta a bordo: Danilo, do Flamengo.

Durante uma visita a laboratórios do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo, Lula expressou sua indignação. “Aquela que foi com um monte de gente e voltou ‘sozinho’. Quase não tinha ninguém para voltar no avião da seleção, gente, que vergonha. Só voltou um jogador no avião, o resto ficou tudo pra lá”, disparou o presidente, ressaltando que, se o Brasil tivesse vencido, a situação seria bem diferente, com todos os jogadores celebrando em casa.

A repercussão do episódio foi intensa, com diversos veículos de comunicação ao redor do mundo destacando a ausência dos jogadores no retorno. Enquanto alguns, como Vini Jr. e Neymar, optaram por permanecer nos Estados Unidos, outros seguiram para suas cidades de origem, onde atuam por seus clubes.

Em tom de brincadeira, Lula sugeriu que Carlo Ancelotti, o treinador da Seleção, deveria considerar a contratação de um robô desenvolvido por um estudante, que, segundo ele, seria mais eficaz em campo. “Se quiser contratar, contrata esse robô, porque ele vai fazer o Brasil ganhar a Copa do Mundo”, afirmou, fazendo uma analogia com a performance dos jogadores.

A fala do presidente não só reflete a frustração com o desempenho da Seleção, mas também levanta questões sobre a responsabilidade e o comprometimento dos atletas em momentos decisivos. A expectativa agora é saber como a equipe se reerguerá após essa decepção e quais mudanças podem ocorrer para o futuro do futebol brasileiro.